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SEXICONTO da ESCORPIANA

Não que eu não goste de uma rapidinha, mas não pode ser constante. Uma boa dedicação é sempre melhor. Gosto de tudo completinho! Mas tem horas que uma rapidinha é fundamental.
Tinha combinado uma escapadinha no meio da tarde. Era com uma “amizade colorida”, sexo casual, mas sempre muito bom e intenso.Nesse dia São Pedro mandou uma baita chuva que “parou” a cidade. Estava tudo alagado. O horário combinado teve que ser alterado já que ninguém conseguia sair de onde estava. A idéia inicial era irmos a um lugar "público" e ficarmos dentro do carro. A sensação de sermos pegos nos dava uma baita tesão.
Devido ao mau tempo, a hora marcada já não era mais a mesma, o tempo passava e nos falávamos por SMS pra definir se ainda “rolaria”. Por conta dos alagamentos não conseguíamos nos deslocar de onde estávamos, até que combinados dele ir pra casa, tomar um banho, trocar a roupa e tentar ir me encontrar. E assim ele fez.
O trajeto da casa dele até onde eu estava, que demora normalmente 5 min., levou quase meia hora. No caminho ele mandava SMS, ligava avisando que estava chegando. E eu fui para o local combinado. Chegamos quase juntos. Entrei no carro e o cumprimentei com um beijo na boca, coloquei a mão no pau dele que já estava duro, em ponto de bala e perguntei – “com essa chuva, o trânsito parado, pra onde vamos?” Ele, sem pensar duas vezes, respondeu: “para o shopping mais próximo!”
No caminho, com o trânsito lento, fui matando minha vontade. O tesão era enorme. Ele de pau duro e eu molhada. Fui chupando ele, o vendo ficar mais doido. Ele mal conseguia dirigir. A cada parada, eu intensificava e ele surtava. Quando estava dirigindo pedia para eu “pegar” leve ou parar. Eu morria de rir com a falta de controle e o medo dele, e não parava e ele ia me xingando rsrs. Eu molhada de tesão, já sem a calça, debruçada entre as pernas dele, e ele com dos dedos dentro da minha calcinha. Enquanto dirigia passava a mão entre minhas pernas, passava os dedos, ia literalmente me dedilhando e se lambuzando. Quanto mais eu o chupava, mais ele me sentia, tesa, dura, molhada... Era engraçado ter que tirar os dedos de dentro de mim pra tirar a marcha do neutro. E foi assim, até chegarmos ao nosso destino.

19:30h, horário de verão, ainda estava claro. Paramos numa vaga bem escondidinha... O carro, apesar do insulfilm, não era tão “escuro”. Motor ligado por causa do ar condicionado, ambos a vontade. Já estacionados, continuei o que estava fazendo. Ele subiu minha blusa, tirei a dele, terminei de descer a bermuda, tirou minha calcinha. Continuei a chupá-lo. Ele alucinado me xingava: Puta, safada, vagabunda, etc. Eu adorando os ‘elogios’, e com a boca encaixada nele. Uma de suas mãos segurava meus cabelos que caíam no rosto e atrapalhava, e a outra mão brincava comigo, escorregando fácil dentro de mim. No meio de tudo isso, o calor foi piorando e os vidros embaçando. Demos uma parada, olhamos em volta e ele de longe viu um segurança passando, ficou olhando pelo retrovisor e viu que o sujeito não tinha notado nada e que tinha ido pra outro lado. Com a barra limpa, continuamos, ainda mais frenéticos e o ritmo acelerado. Eu com ele todo dentro da boca, subindo e descendo as mãos, enquanto chupava sugando a cabecinha, lambendo de cima a baixo, passando a língua pela virilha, pelo saco, voltando a chupar e sempre com as mãos em ação, simultaneamente à chupada. No estilo boquete com punheta. Tudo junto e ao mesmo tempo. Ele adorava quando sugava com vontade a cabecinha, gemia alto, virava os olhos, puxava ainda mais meus cabelos, enterrava com força os dedos em mim e me xingava muuito.
Não resistimos a essa tortura por muito tempo. Então pedi pra ele chegar o banco pra trás, descer um pouco as costas, e me encaixei como uma luva no pau dele, de frente, olhando, beijando, cara a cara pra ver a reação e expressão do seu rosto. Ele metia com uma vontade. Eu doida me segurava firme pra não gritar. O carro balançava. O ritmo era frenético. Ele não conseguia trepar devagar, nem eu. Ora me fodendo com força, ora deixando que eu cavalgasse nele. Mas sempre de olho no retrovisor. Até que a coisa foi intensificando, e eu me contraindo, "apertando ele", e ele por sua vez quase delirando. Nesse momento ele se desligou e não olhou mais no retrovisor. Já tinha anoitecido e, apesar do carro estar apagado, estava ligado e se “mexia” isso certamente chamou atenção do segurança. Esse instante de descuido foi suficiente pro segurança se aproximar do carro, sem que nós percebêssemos, e bater no vidro. Só deu tempo de pular pro banco do carona e tentar me 'cobrir' de alguma forma. Ele desceu o vidro pra falar com o cara, que disse: - "melhor irem pro lado externo do estacionamento que é descoberto, e como está chovendo, não tem segurança rondando lá fora". Cara objetivo, mas bacana! Educado, sutil e discreto, pois podia ter nos deixando em má situação. O engraçado é que ficamos, eu e ele, mega sem graças. Os dois, branquelos, estávamos roxos de vergonha, e achando graça ao mesmo tempo.

Depois dessa abordagem, ele tirou o carro de onde estava e parou em outro lugar. Desceu e foi pagar o estacionamento para sairmos logo dali. Quando ele voltou, já com o tíquete pago, nos olhamos e falamos: "vamos terminar né?! Ficar assim não dá". O detalhe é que o sujeito continuava no mesmo andar do estacionamento, e tínhamos só alguns minutinhos por causa do prazo de validade do pagamento do tíquete. Ele desceu novamente a bermuda, eu abri o botão e o zíper, e o vi ainda de pau duro (ele foi assim pagar o estacionamento, de o pau duro. Hahahaha). Senti aquele pau quente entre as minhas mãos. As mãos dele já estavam novamente em mim, tocando meu grelinho, e eu chupando ele de novo. Até que ambos gozamos, e tudo isso em talvez 5 minutos (há essa hora eu já não tinha mais noção de tempo! rs)
Como estávamos no carro não podia sujar, né?! Então aproveitei tudo o que ele me deu. Com o tesão explodindo, não desperdicei nada! E olha que não foi pouca coisa. Abri o porta-luvas pra pegar lenço de papel e não achei. Acabei pegando a tolha que estava na mochila dele. Dei uma geral nele, pra não chegar ao futebol com resquício de porra, e também em minhas mãos. Ele se vestiu e eu me arrumei. E ele me fez rir quando – eu preocupada em não sujar o carro, e ele dizendo pra não esquentar que era só passar um pano – disse que quando fosse levar o carro pra lavar ia dizer: “limpa essa porra aí direito, hein?!!!” (hahaha). E assim saímos dali, rindo. Ele me deixou em casa, e essa foi a melhor parte, quando, depois de toda essa troca de fluidos, ele me deu um beijo delicioso, com o gosto dele. Quer saber um segredo? Eu simplesmente adooooro esses beijos pós-gozada.
 
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